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MENOPAUSA

M E N O P A U S A

(Exclusividade feminina)

Mensalmente recebo a revista RENASCIDOS EM PENTECOSTES, revista católica romana, de Brasília, que, evidentemente leio. Traz, invariavelmente, notícias, informações, artigos de profundo interesse dos leitores, razão porque sua leitura, para mim, é obrigatória. Neste último periódico, encontrei, do Doutor Eloadir Galvão, clínico geral, um artigo médico, falando em Menopausa. Pensei em trazer aqui os seus pontos básicos, visto que poderá interessar às leitoras desse honrado e heróico jornal.

Inicia o discípulo de Hipócrates, analisando as Palavras de Deus contidas em Gênesis 3, 16, ditas a Eva: “Multiplicarei os sofrimentos de seu parto; darás a luz com dores, teus desejos te impelirão para o teu marido e tu estarás sob o seu domínio.”

Todas as mulheres mães sabem que, devido às contrações para expulsar o bebê, o quanto isso é doído. No ano de 1.800 surgiram, entretanto, os anestesistas, dando uma amenizada na Ordem Divina, posto que Ele, em sua alta Misericórdia, concedeu. Diz o médico: “Todas as mulheres foram e são um aperfeiçoamento dos homens, feitos em primeira ”fornada” do barro; cheios de imperfeições e cascalhos; elas trazem, em seu lindo corpo, a capacidade da perpetuação da espécie humana, tendo Deus criado apenas dois gêneros: Masculino e Feminino, para o desespero de muita gente que quer “inventar” algo diferente.”

Mas, depois da “vacilada” de Eva, dizer não a uma mulher é tarefa quase impossível. Elas enfrentam, ainda, uma dura realidade que é sofrer a partir dos 12/14 anos, sua vida reprodutiva (Menarca) até que se complete os 48/55 anos o declínio (Menopausa).

A Menopausa é precedida, comumente, de sintomas e sinais até desesperadores, como calor interno insuportável, aliado a ondas chamadas Fogachos (elas dizem que sentem-se “pegando fogo”); irritabilidade sem motivo aparente – O marido a chama de “querida”, elas o quer matá-lo – insônia; constipação ou irregularidade de evacuar (prisão de ventre).

Como diminuir tais sofrimentos?

O Doutor Eloadir Galvão ensina que não é favorável à reposição hormonal, que por ordem de Deus existem nos cromossomas femininos (XX) produzidos pelo ovário: Estrógeno, Progesterona e Luteinizante; , outros surgem durante a gestação. A Menopausa é o fenômeno que leva a mulher a não mais menstruar, surgindo daí, os desconfortos já ditos. Entende ele que se deve buscar no Capítulo 38, versículo 4 de Eclesiástico: “O Senhor fez a terra produzir medicamentos. O homem sensato não o despreza.”

Aconselha pois, voltar-se para natureza, indo, por exemplo, buscar a Folha da Amora (Aquela frutinha pequena, bonita, roxa, de bom sabor, mas um potente antioxidante que estimula o Sistema imunológico, possuindo cálcio vinte vezes mais que o leite (afastando ainda a osteoporose).

Seu modo de fazer é simples, muito fácil: Tome algumas folhas da amoreira e as põe para secar à sombra (o Sol as queima). Após secá-las, quebre-as em pequenos pedacinhos. Peque uma panela de ferro (tem que ser de ferro), e nela coloque para dois litros de água quente, 4 colheres de sopa, das folhas, fazendo uma infusão (não chá) e espere esfriar e beba muitas vezes ao dia.

Você vai ver que os seus sintomas ou acabarão ou diminuirão. Você não acredita? Experimente! Se no seu caso não resolver, lembre-se do que diziam, outrora, as avós: “Se bem não fizer, mal não faz!”

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PULA VOVÔ!

PULA VOVÔ!

Quando criei meus filhos (Rafael e Frederico), sempre observei seus desenvolvimentos psicossociais, sobretudo a diferença entre ambos, no que tangia às diversas reações ao mesmo estímulo. Eram terríveis em traquinagens, deixando-me muitas vezes a beira do enfarte, muito embora acabasse rindo pela forma com que agiam. Sou adepto, não do espancamento, mas das “palmas”, até mesmo de algumas correadas, tomando por base o princípio bíblico “O pai que poupa a correia, não tem amor em seus filhos” (Provérbios 13, 23/25), obrigando-me a corrigi-los não severamente. Prazeroso quando ouvi, Rafael, no dia de sua Formatura em Técnico em TI, seu primeiro curso Superior, posto que outros vieram, dizer aos amigos:

Se hoje estou formando, agradeço as correadas que levei de meu pai!

(Quantas não foram as vezes, após castigá-los, fui chorar longe deles)

Mas, os vi crescer, desenvolver, estudar, formar e tomarem seus rumos à vida profissional, social, financeira e familiar. Acompanhei cada passo dos seus desenvolvimentos físicos e psíquicos, muitas vezes lendo em obras especializadas a Psicologia de cada idade. Fui às reuniões de Pais e Mestres. Em uma festa do Dia dos Pais, aconteceu uma “Homenagem”, mas, diferente, não eram os filhos que deveriam agir, sim, os pais, que em equipes, participariam de brincadeiras como imitar macacos, subir em cordas, cantar… Como, cada equipe tinha um nome, por minha sugestão foi intitulada “Pai aço”. Os meninos riam de ver seus pais “pagarem mico”.

Hoje, tenho uma neta sapeca, loira, olhos azuis com os da avó materna de ancestrais italianos, tem dois ainos e meio. Sim, está na chamada fase intitulada pelos especialistas norte-americanos de “Terribile twos” –A terrível fase dos dois anos – Descobrindo o mundo e a si, buscando sua identidade. Tanto que ao chegar em minha casa, nesta última viagem, disse para a mãe:

Casa do vovô!

Crianças nesta fase, são dotadas de alto grau de de observação, aprendizagem, mas, com energia: não param, sobem nos móveis, pulam, gritam, cantam; desejam comer o que lhes satisfazem o paladar, não o que os pais escolhem; mudam, em questão de minutos, sua opinião e atitude. Sim, uma fase difícil para todos os pais que necessitam e desejam moldar-lhes à luz de uma educação, não digo severa, mas sociável, criando-lhes estímulos à aprendizagem sistemática e assistemática, oferecendo-lhes meios para sobreviver neste mundo, hoje tão competitivo e voltado para uma tecnologia que não havia nos idos 50/60 quando da minha fase infanto-juvenil, ou melhor, já na minha fase profissional (Iniciei trabalhando em máquina de escrever, hoje num computador). Considere-se mais, as diversões infantis, quando as crianças brincavam à frente da casa de seus pais, promovendo jogos de petecas, rodas, cantigas, queimadas, bete, piques. Hoje, pobres crianças! Não podem sair às ruas, máximo, sob vigilância discreta, brincarem nas áreas dos condomínios fechados.

Ainda nesta semana, conversava com minha nora sobre essas pobres crianças de hoje, “caipiras” da selva de pedras: Não sobem em árvores, muros, não correm, não jogam bolas, não suam e não sujam as roupas, não andam pelas sarjetas quando as chuvas deixam enxurradas; não tomam chuvas… A Psicologia Infantil refaz suas teses.

Brincam, na maioria das vezes, nos seus quartos já dedilhando um computador, um celular, jogos eletrônicos. Gastam suas energias na casa toda, correndo de lá para cá, cantando, subindo sofás, pulando ao chão. Sim, isso é muito triste, principalmente quando lembro-me da minha infância a traquinar pelas ruas e no Clube a nadar.

Foi assim que recebi a visita de meu filho e nora, trazendo Sofia Bianca, vivenciando o seu “Terribile Twos”, pulando, cantando e arruaçando, quando lhe disse:

Desliga!

Ela toma o dedinho, comprime sua barriguinha e diz pilhericamente:

Bip!

Pulando, gritando, aproximou-se, com as mãozinhas estendidas, tomando as minhas, gritou:

Pula vovô!

Rindo, lhe disse:

Pular o quê baixinha? (Pensei, pula a PQP!)

DIA DA AMAZONIA

DIA DA AMAZÔNIA

A Amazônia possui uma área de cinco milhões e quinhentos mil metros quadrados de pura floresta, compreendendo 8 estados brasileiros: Acre, Amapá, Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, Tocantis, parte do Maranhão e do Mato Grosso, compreendendo ainda alguns países sulamericanos: Suriname, Bolívia, Guiana Francesa, Venezuela, Colômbia, Peru e Equador.

Seu clima é predominantemente equatorial/quente e úmido. Possui a maior Bacia Hidrelétrica do mundo com cerca de sete milhões e quinhentos mil metros de extensão, sendo principal rio do Amazonas, de maior extensão do mundo. Outros rios a compõem: Negro, Trombetas, Japurá, Madeira, Xingu, Tapajós, Purus e Juruá, todos afluentes do Rio Amazonas.

O bioma amazônico brasileiro, tem, embora abriga outros países, somente 26% de sua área, que está sendo ameaçado pelo constante desmatamento em decorrência do avanço da pecuária e plantações principalmente de soja, extração ilegal da madeira, além da implantação de grandes hidrelétricas, e, também mineração legalizada e clandestina.

Inescrupulosas pessoas consideram tais atividades importantes para a economia brasileira, não olhando para as desastrosas consequências para todo o planeta, graças ao seu papel fundamental no equilíbrio de toda Terra no seu contexto ambiental, influindo, inclusive, no regime de chuvas de toda a América Latina.

Pesquisas científicas já comprovaram que a vegetação amazônica diminui a presença de dióxido de carbono na atmosfera, absorvendo o carbono. Sua destruição florestal, ante a queima de biomassa, está relacionada com a liberação do dióxido de carbono, influindo nas mudanças climáticas mundiais.

É fonte da importante biodiversidade estimada em cerca de quarenta mil espécies diferentes de peixes, sendo habitat de quatrocentas espécies de mamíferos; mil e trezentas espécies de aves. Tudo isso contribui para alimentar várias comunidades que dependem diretamente desse rio e sua flora.

Em 5 de setembro do ano de 1850, Dom Pedro II, decretou a criação da Província do Amazonas (Hoje Estado do Amazonas), vez que estava preocupado em incentivar sua ocupação ante a já existente ameaça, cuja destruição afeta a flora, fauna, já percebida pelo Monarca, cuja criação já alertava contra a possível destruição dessa importante fonte de biodiversidade, que hoje é Real.

Diante dessa destruição da Amazônia, várias ONGs foram criadas com o objetivo de defendê-la, protegendo-a e conscientizando a todos a respeito desse rico bioma. As duas instituições que mais se destacam nesse trabalho são a WWF-BRASIL e o GREENPEACE.

Salvem o bioma amazônico!

DIA DO FLORISTA

DIA DO FLORISTA

Florística é a arte de executar composição de arranjos florais, folhagens e plantas que são usados em todas as ocasiões festivas, assinaladas em datas importantes e efemérides.

As decorações florais são usadas desde os tempos remotos. Os gregos usavam guirlandas nas paredes, centro de mesas, presas em móveis, paredes e portais. Os romanos, mais exagerados, usavam-nas inclusive no chão. Em ambas as culturas, os floristas eram muito respeitados, figuras importantes e requisitadas para as mais diversas festas. Difícil é a arte decorativa floral, haja vista que os ambientes eram despidos de móveis e peças decorativas outras, forçando a criatividade desses artesãos, além do bom gosto tido como fundamental para trazer beleza e encanto às festas.

Shane Conolly, autor do “Dicionário das Flores”, foi homenageado por sua aluna “Mônica” de quem disse: “Ele é um adorável irlandês que ama as flores. Acredito em seu poder de transmitir mensagens significativas.”

Shane viveu parte da “Era Vitoriana” (1837-1901) quando as declarações de amor e flertes eram consideradas impróprias, e, portanto, proibidas ou coibidas ao máximo. Os jovens enamorados criaram uma forma de transmitir, de forma velada, seus sentimentos e o fizeram através de envio de buquês de flores.

Entenda-se que algumas tradições adormecem por longos períodos, e, de repente, voltam à tona. Isto acontece com muita frequência nas cerimônias de casamento (fonte de renovação). Não importa quantas modernidades sejam adotadas, os noivos revivem tradição ao dizer o “sim”, cercados por suas famílias e amigos.

O mais famoso buquê de que se tem notícia foi recebido pela Duquesa de Cambridge – Kate Middeton – criado exatamente por Shane Conolly que, para tanto, escolheu três flores admiradas pelas noivas: rosa, tulipa e peônia.

Os floristas têm a função de preparar a venda de flores postas em lojas especializadas, sejam elas naturais ou artificiais; em vasos ou não.

Eles são artesãos que se especializaram na área. São capazes de informar aos clientes as características de cada planta ou flor. Atendem em lojas, quiosques, tendas e mercados, até nas ruas. Montam buquês ou arranjos florais em diversos estilos e tamanhos. Cuidam da manutenção das plantas, suas podas, a aplicação de fertilizantes, mantendo saudável a planta, bem como de sua estética.

Conhecem as famílias florais mais populares ao gosto do público-alvo; suas necessidades de rega, cuidando nos transplantes e tratamento de doenças, aconselhando os clientes.
Ainda, os floristas levam os arranjos florais às casas dos destinatários, portando, geralmente, os cartões com as palavras de “Parabéns”, “Pêsames”, etc…
São as floriculturas que expõem e vendem seus produtos para uma infinidade de propósito: aniversários, casamentos, velórios, banquetes, eventos sociais, formaturas, Missas. Em “Finados” costumam-se colocar arranjos florais (coroas) sobre os túmulos, em homenagem aos falecidos.

Hoje, dia 2 de setembro, é o Dia do florista. Parabéns a todos os artesãos desta bela arte.

As flores fazem parte da vida cotidiana.

C U P I D O

(deus do Amor)

Dizem sempre as pessoas altamente apaixonadas:

O Cupido me acertou!

Muitas vezes não sabe quem é Cupido. Na Mitologia romana, latina, é o “deus do Amor” (Equivalente a Eros da Mitologia grega). Filho de Venus (deusa da beleza) e Marte (deus da guerra). Porta arco e flecha, estando sempre pronto a dispará-las nos corações de outros deuses, mas, como benevolente que é, também sobre os corações humanos, deixando-os apaixonados. Em todas suas manifestações encarna a Paixão e o amor.

Conta a História da Mitologia que Jupiter (deus dos deuses), ao vê-lo, recém-nascido, percebeu que o menino provocaria perturbações amorosas, tomou a atitude de obrigar Venus a dele se desfazer. Desobedecendo as ordens, sua mãe o escondeu no bosque, deixando que fosse alimentado pelo leite de animais selvagens.

Crescido, assume sua divindade, destinando-se a implantar o Amor não só nas divindades, mas, também em toda a humanidade. Armou-se de arco e flecha, atingindo os corações alvos, cujos ferimentos provocam amor e paixão em suas vítimas, fazendo-as felizes.

(Normalmente é representado por um menino alado, carregando arco e flecha. Muitas vezes aparece vestido com armadura de guerra, sugerindo a invencibilidade do Amor).

Muitos dizem que é insensível e descuidado ao disparar suas setas, mas tido como benéfico, graças à felicidade, concede aos casais mortais ou imortais combinações maliciosas.

Certo dia, conta a Mitologia, Venus admirava os mortais na Terra, avistou uma bela jovem, de monumental beleza, chamada Psiquê. Tomada de inveja, posto que não admitia perder em beleza e aparência a qualquer deusa, muito menos para uma mortal, chamou Mercúrio (deus da Mensagem, das vendas, dos lucros), pedindo-lhe que levasse a Psiquê, jovem ingênua, que não percebia ser invejada pelas próprias irmãs, uma carta que haveria de atormentar e transtorná-la ante a profecia de que desposaria uma criatura horrenda.

No Olimpo, Venus chama Cupido, pede-lhe para vir a Terra e atirar em Psiquê uma de suas flechas, com objetivo de deixá-la apaixonada pelo homem mais feio que existisse.

Cupido vai até Psiquê, mas aproxima-se demais, para não errar o alvo, quando vê sua extraordinária beleza, traços encantadores, atirou em seu braço. Ficou perdidamente apaixonado pela jovem. Voltou ao Olimpo onde não conseguiu dormir tamanha era o amor e paixão que passou a devotá-la.

Pela manhã, Cupido procura Zéfiro, o Vento Oeste, e pede-lhe para transportar Psiquê, através dos ares, deixando-a no seu Palácio

Ao vê-la em seu majestoso Palácio, Cupio pede-lhe para que não se assustasse, dizendo-lhe de seu amor e que tudo seria dela, mas com uma condição: Jamais vê-lo.

Todas as noites ele vinha visitá-la, deixando-a cada vez mais curiosa. Uma certa noite, ela levanta-se, e à luz de lamparina o vê na sua beleza e esplendor; entretanto se descuida e deixa cair uma gota de óleo sobre o deus que desaparece, pondo fim ao encanto, vendo-se Psiquê num deserto pedregoso.

Desconsolado, Cupido pede a Jupiter que a faça imortal para que venha morar no Olimpo. Condoído de sua dor, e pensando que um dia Cupido poderia lhe ser útil, dá a Psiquê a imortalidade, e, ainda mais, lisonjeado pelas palavras de Cupido que o chama de “todo poderoso”, a faz “deusa da alma”, trazendo-a ao Olimpo.

Venus ao ver a felicidade de seu filho, é movida de compaixão e os abençoa, promovendo o seu casamento com a presença de todos os deuses.

Hoje, Cupido vive sua imortalidade ao lado daquela que mais ama, ajudando no Olimpo e na Terra que haja casais felizes.

ANSIEDADE

ANSIEDADE

O mal do século, que afeta a saúde mental de um grande número de pessoas, é sem dúvida, a Ansiedade, que provoca tremor, gaguejos, temor de algo que possa vir acontecer. Um sentimento ruim, deixando o paciente com os “nervos à flor da pele”, muitas vezes confundindo tais sintomas com “Depressão”.

Conceituada como um momento em que o sofredor deste mal encontra-se sob pressão ou se encontra muito apreensivo com algo que lhe atormenta; uma grande preocupação que lhe traz a sensação ruim de que pode sofrer consequências desastrosas na sua vida, de familiares queridos, como aos filhos, ou até um compromisso muitas vezes indesejado.

Tais sofrimentos provocam vários sintomas Psicológicos (irracionais, conscientes ou lembranças ruins, perfeccionistas); Físicos.

Os Psicológicos são imperceptíveis, não sendo nítidos, levando a medos de coisas simples na vida, como até dos animais domésticos, estar em meios a multidões, de avião, de elevador, por isso chamados de irracionais, ou sejam, não são provocados pela razão. De autoconsciência, deixando sem desenvoltura para ir a uma festa, participar de uma roda de amigos, de se alimentar em companhia de amigos, pensando ser inconveniente. Lembranças ruins, negativas, também podem provocar ansiedade. São como um “Flashback” em sua mente. Uma pessoa perfeccionista também sofre ao querer que tudo corra ao seu contento e expectativa do melhor, planejando, com excessivo cuidado todo o seu projeto.

Já os sintomas Físicos levam a sofrimentos, provocando insônias (normal uma preocupação), torna-se mal, quando a pessoa perde o sono; mas, ela é sinal visível de transtorno. Roer unhas é outro sintoma de mal. A tensão muscular é outro grande sintoma de transtorno, levando o paciente a permanecer sentado, deixar de cumprir obrigações; impede, inclusive coordenar os pensamentos; flexionam os punhos; contraem as mandíbulas. Aparecem dores no corpo, na cabeça, levando a enjoos.

A Ansiedade ainda se manifesta de nos seus tipos de Generalizada ou Social. Generalizadas quando se torna aguda, são as que mais afetam a população. A Social provoca o temor à interação social, tornando o paciente recluso de si mesmo, recusando-se ao convívio.

Diversos são os Transtornos que sofrem os portadores desse grande mal, como exteriorizando Crises e Ataques. A Crise pode-se manifestar através da constante “boca seca”; suor frio; atropelamento da fala. Os Ataques vem com a indagação do porquê assim está se comportando, inclusive porque ainda está vivo (É um momento que pode levar ao suicídio); sente vergonha e se indaga mais se está enlouquecida.

Na Gravidez é muito comum as futuras mães passarem por esta situação, principalmente com a preocupação do momento do parto, do futuro do bebê.

Nas Crianças, à época de se descobrir, tudo é novo, desconhecido; nos primeiros momentos escolares; passam a ser tímidos, ou agressivos, chegando a urinar na cama.

Quando se percebe a Ansiedade, os testes devem ser aplicados pela família, antes de se procurar tratamentos, cientificando-se que realmente há um transtorno a se tratar.

Há Tratamentos que só os médicos têm condições de realizar e tratar, que podem ser medicamentoso como o uso de ansiolíticos, antidepressivos, anti-psicóticos. Só os médicos devem receitar para tais casos, pena de se ver o agravamento do quadro sintomático.

A Ansiedade pode, também, ser tratada por métodos naturais, praticando exercícios físicos em Academias, sejam em Pilates, Natação, Yoga, aliando-se a tais atividades com o uso de Florais à venda em lojas especializadas.

Deixei de mencionar nomes de remédios, para não provocar em alguns interessados, a automedicação.

As linhas pretéritas seguiram com base na tese do Dr. Ricardo Spinoza, especialista em “Saúde Mental”.

CHICO ROSA

ENCONTRO COM CHICO ROSA

Francisco Rosa é aquela pessoa de quem jamais se esquece; cavalheiro, gentil, alegre, risonho, calmo, sereno, franco e leal. O conheço há décadas, gracas aos Jogos da Primavera. Funcionário de carreira da Prefeitura Municipal de Anápolis, foi colocado à disposição da mesma, servindo à Comissão Organizadora quando sediada no Estádio Municipal “Jonas Duarte”; trabalhou ao lado do Sargento Poloni e Professor Moacir, tornando-se um dos sustentáculos do Departamento Técnico.

Não o via há tempo, até que nesta semana próxima passada, quando subia a Rua 14 de julho, próximo ao “Shopping 14 de Julho”, o encontro, trazendo aquele sorriso alegre que lhe caracteriza. Foi, sim, um momento recíproco de alegria, passando às recordações das grandes jornadas para promover os jogos. A elaboração das chaves, a formação das tabelas, o enfrentamento de chefes de equipes que buscavam melhores horários para suas equipes; técnicos que desejam inscrever atletas além do que permitiam os regulamentos, ou fazer substituições incorretas.

Disse-me que havia lido a CARTA ABERTA AO PREFEITO MUNICIPAL, pedindo os Jogos da Primavera voltem ser disputados em dez dias consecutivos, ocupando os horários das 7 as 22 horas, ininterruptamente (condensados), provocando maiores disputas ante as calorosas e sucessivas partidas e que isso foi levado, sim, em conta pela Administração Municipal, posto que o Prefeito havia contratado uma Empresa especializada em eventos esportivos, e, assim, os Jogos seriam disputados em 15 dias, sem interrupção. Foi quando se recordou o calor da juventude atlética que participava com brilhantismo desde as primeiras horas do dia até o final da noite, com grande presença das torcidas e muitos pais. Tal notícia, deixou-me feliz, antevendo o sucesso dos Jogos, tal como o era nos idos de 1971 a 1985, quando perdeu o brilho ao serem disputados durante 2 ou até 3 meses, esvaziado em seu calor e brilhantismo.

Os Jogos da Primavera devem ser nos moldes olímpicos, em que muitas partidas e disputas ocorrem simultaneamente. Numa quadra tem a ocorrência de uma partida de Futsal, na outra Basquete, nas ruas ciclismo, no Estádio Futebol.

Sim, tomara que assim aconteça!

Falar ainda da presença do Professor Moacir, outro baluarte do esporte amador anapolino é prazeroso, e nisso, houve grande concordância naquele momento, fazendo lembrar várias passagens até folclóricas que se tornaram famosas, quando, por exemplo, um atleta tomou a “Tocha Olímpica” das mãos do outro, subindo ele as escadas para acender a “Pira Olímpica”, dizendo-lhe:

Baixinho, o esquema foi mudado!

Os jornaizinhos com as tabelas e decisões, inclusive da Comissão ou do TJD, eram ainda, recheados de charges, piadas e comentários sobre fatos acontecidos, como o “roubo” da tocha.

Lembro-me, ainda do Chico Rosa, quando fui Diretor de Esportes da Prefeitura Municipal, o tive como grande companheiro e auxiliar. Um esteio que sem o qual teria encontrado muita dificuldade na atuação. Sim, Chico Rosa foi um colaborador extremoso e capacitado que muito fez nos poucos meses que lá estive.

Encontrar Chico Rosa, depois de alguns anos sem vê-lo, foi deveras prazeroso. Foi uma oportunidade de agradecer-lhe o quanto colaborou comigo, sejam nos Jogos da Primavera, seja no Estádio Municipal. Minha gratidão é eterna.

Obrigado Chico Rosa!